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Notícias

Fecomércio-RS lança mobilização contra a CPMF
13 de Outubro de 2015
A Fecomércio-RS iniciou uma forte mobilização contra a proposta do governo federal de reedição da CPFM, tributo que incide sobre as transações bancárias e financeiras. A ação dá seguimento à campanha ‘Basta de Tanto Imposto’, em realização pela entidade.

Para reforçar a posição contrária, a Fecomércio-RS lançou um vídeo para ser difundido por meio do Facebook, whatsapp e e-mail marketing, além de cartazes a serem dispostos na sede da Federação e dos sindicatos filiados. Também vai exibir uma faixa gigante na fachada  lateral do prédio da entidade, em Porto Alegre. O vídeo destaca que nenhum país do mundo pratica um imposto como a CPMF e que a arrecadação anunciada pelo governo com o novo tributo é equivalente a um milhão de carros populares ou à soma do PIB dos estados do Amapá, Acre e Roraima.

O presidente da Fecomércio, Luiz Carlos Bohn, destaca que a proposta do governo federal, de criação de uma CPMF com alíquota de 0,20% pode transferir mais de  R$ 40 bilhões dos bolsos dos contribuintes brasileiros para os cofres da União. “Mas acreditamos que o governo está, deliberadamente, subestimando a arrecadação da CPMF, com o objetivo de facilitar a sua aprovação. As nossas estimativas apontam que, na alíquota proposta de 0,20%, a nova CPMF poderá arrecadar R$ 42 bilhões, a preços do corrente ano”, calcula o dirigente.

Conforme Bohn, a situação é ainda mais grave, pois a própria presidente da República está incentivando os governadores de Estado a patrocinarem uma emenda ao projeto original, elevando a alíquota da nova CMPF de 0,20% para 0,38%. “Voltaríamos, assim, para a alíquota original da velha CPMF, extinta no final de 2007”, relembra.  Nessa linha de raciocínio, Bohn avalia que a ideia é que a União receba uma alíquota de 0,20% e os Estados fiquem com uma alíquota de 0,18%. “Se essa trama entre a União e os Estados seguir em frente, a nova CPMF, com alíquota da 0,38%, poderá retirar cerca de R$ 80 bilhões dos bolsos dos brasileiros. Em bom português, isso implica que cada um dos 205 milhões de brasileiros, homem, mulher ou criança, pagará cerca de R$ 400 a mais em imposto”, calcula Luiz Carlos Bohn. 




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