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Aumento da frota circulante impulsiona o setor de reparação de veículos
22 de Abril de 2013

O setor de reposição automotiva, composto por fabricantes de autopeças, distribuidores, varejo e oficinas, obteve, em 2012, faturamento da ordem de R$ 75 bilhões, elevação de 2,8% do faturamento de toda a cadeia produtiva com relação ao ano anterior.  O resultado ficou abaixo da evolução de crescimento dos anos anteriores, conforme dados do GMA – Grupo de Manutenção Automotiva, formado por entidades que representam o setor de reposição: Sindipeças (Sindicato Nacional da Indústria de Componentes para Veículos Automotores), Sicap (Sindicato do Comércio Atacadista, Importador, Exportador e Distribuidor de Peças, Rolamentos, Acessórios e Componentes da Indústria e para Veículos no Estado de São Paulo), Andap (Associação Nacional dos Distribuidores de Autopeças, Sincopeças-SP (Sindicato do Comércio Varejista de Peças e Acessórios para Veículos no Estado de São Paulo) e Sindirepa-SP (Sindicato  da Indústria de Reparação de Veículos e Acessórios).

Segundo o novo porta-voz do GMA, Antonio Fiola, que também é presidente do Sindirepa-SP e Sindirepa Nacional, houve uma queda no movimento nas oficinas em 2012. “Tivemos um ritmo menor que os anos anteriores, reflexo do cenário econômico que ficou bem abaixo das expectativas. Mesmo assim, o setor ainda conseguiu reagir”, afirma Fiola.

Impulsionado pelo aumento da frota circulante que gera demanda futura para as oficinas, o mercado de reposição começa a receber os veículos após três anos de idade. Para este ano, de acordo com as vendas de novos nos últimos anos, mais de 6,6 milhões devem começar a frequentar as 90 mil oficinas em todo o País na hora de fazer manutenção. “Quando o período de garantia da montadora termina, a revisão dos veículos passa a ser realizada pelas oficinas. Então, sempre há novos entrantes no mercado. A diferença é que hoje temos muita variedade de marcas e modelos de carros, sem falar dos importados que também vêm crescendo”, explica o porta-voz.

De acordo com o porta-voz, a nova composição da frota variada e mais renovada exige mão de obra capacitada, pois a forma de reparação está cada vez mais técnica. Essa evolução tecnológica também tem trazido mudanças ao varejo que precisou aumentar o portfólio de produtos para atender a demanda da frota diversificada. “São muitas marcas, modelos e versões e a venda no balcão tornou-se também mais técnica. O varejo precisou investir em sistemas de gestão de estoque e treinamento dos profissionais que precisam conhecer as características dos produtos”, afirma o presidente do Sincopeças-SP, Francisco de La Tôrre.

Acompanhar a evolução da frota circulante ajuda a prever a demanda futura no setor de reparação de veículos. Dados da consultoria alemã Roland Berger indicam que a idade média da frota de veículos hoje é 8,9 anos e deve chegar a 7,9 anos em 2016.  


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